ࡱ> MOL9 s.bjbj2>)zl8 ,Q3(""4VVVVVV2222222$y4 62VVVVV2LVV 3LLLVVV2LV2L L(12V  ,12!30Q317X72Lo principe que precisava aprender o poder de ser servo (srie sobre Moiss o servo de Deus ) 22/04/2001 Ex 2. 11-22 11 Ora, aconteceu naqueles dias que, sendo Moiss j homem, saiu a ter com seus irmos e atentou para as suas cargas; e viu um egpcio que feria a um hebreu dentre, seus irmos. 12 Olhou para um lado e para outro, e vendo que no havia ningum ali, matou o egpcio e escondeu-o na areia. 13 Tornou a sair no dia seguinte, e eis que dois hebreus contendiam; e perguntou ao que fazia a injustia: Por que feres a teu prximo? 14 Respondeu ele: Quem te constituiu a ti prncipe e juiz sobre ns? Pensas tu matar-me, como mataste o egpcio? Temeu, pois, Moiss e disse: Certamente o negcio j foi descoberto. 15 E quando Fara soube disso, procurou matar a Moiss. Este, porm, fugiu da presena de Fara, e foi habitar na terra de Midi; e sentou-se junto a um poo. 16 O sacerdote de Midi tinha sete filhas, as quais vieram tirar gua, e encheram os tanques para dar de beber ao rebanho de seu pai. 17 Ento vieram os pastores, e as expulsaram dali; Moiss, porm, levantou-se e as defendeu, e deu de beber ao rebanho delas. 18 Quando elas voltaram a Reuel, seu pai, este lhes perguntou: como que hoje voltastes to cedo? 19 Responderam elas: um egpcio nos livrou da mo dos pastores; e ainda tirou gua para ns e deu de beber ao rebanho. 20 E ele perguntou a suas filhas: Onde est ele; por que deixastes l o homem? chamai-o para que coma po. 21 Ento Moiss concordou em morar com aquele homem, o qual lhe deu sua filha Zpora. 22 E ela deu luz um filho, a quem ele chamou Grson, porque disse: Peregrino sou em terra estrangeira. introduo Quem voc acha que pode fazer mais diferena, um prncipe ou um servo ? Talvez a resposta mais natural a esta pergunta seria : um prncipe . Todavia ao olharmos para a histria de Moiss vamos descobrir justamente o contrrio. enquanto prncipe do Egito pouca diferena ele fez para o povo de Israel, para o mundo, e para o reino de Deus. Mas quando aprendeu a ser servo fez diferena . Nesta manh quero iniciar uma srie de mensagens baseadas na vida de Moiss e aprender com ele a diferena que faz um servo. Nesta primeira mensagem quero olhar para algumas das atitudes de Moiss, enquanto prncipe do Egito, que o impediram de fazer diferena, porque estas so as atitudes que permeiam a nossa vida enquanto no temos a coragem de assumir a mais alta posio de um ser humano nesta terra, a posio de servo de Deus. Que atitudes so estas? i agir na fora da nossa carne e no poder da sabedoria humana v.12 Enquanto prncipe do Egito, Moiss possua boas intenes para com o povo de Israel . Ele deseja ver o bem do seu povo . Ele desejava de alguma maneira fazer diferena diante da opresso que viviam. Mas a melhor das intenes virou uma grande tragdia que culminou no assassinato de um homem . Simplesmente porque quando no nos colocamos na condio de servos a nossa fora provem apenas da nossa carne E o nosso poder da sabedoria humana E a bblia nos afirma que ela diablica Tg 3.13 Quem dentre vs sbio e entendido? Mostre pelo seu bom procedimento as suas obras em mansido de sabedoria. 14 Mas, se tendes amargo cime e sentimento faccioso em vosso corao, no vos glorieis, nem mintais contra a verdade. 15 Essa no a sabedoria que vem do alto, mas terrena, animal e diablica. Aplicao ( Quantas so as pessoas cheias de boas intenes, mas cujas aes viram tragdias? Quando no somos servos, quando queremos agir na fora da nossa carne, quando apenas usamos as estratgias humanas destrumos mais do que construmos . A verdadeira fora e poder provem da graa de Deus. A verdadeira sabedoria vem do alto Pouca diferena fazemos com aes sem a dependncia de Deus. Lderes que no sabem ser servos destroem. Deus nos chama a fazer diferena, mas a primeira lio deixar a postura de prncipe e assumir as atitudes de um servo! Ilustrao Roboo. ii cremos que nossa autoridade vem de nossa posio v. 14 No dia seguinte ele encontrou dois Hebreus brigando, e usando a sua autoridade de prncipe tentou repreende-los. Mas qual no foi a sua surpresa ao ouvir as palavras dos seus compatriotas: 14 Respondeu ele: Quem te constituiu a ti prncipe e juiz sobre ns? Pensas tu matar-me, como mataste o egpcio? Temeu, pois, Moiss e disse: Certamente o negcio j foi descoberto. Enquanto no aprendemos a nos colocar na condio de servos descobriremos que nossa posio no representa verdadeira autoridade, pois os nossos defeitos sempre falaro muito mais alto do que as nossas palavras . A verdadeira autoridade no vem de um ttulo, um diploma ou mesmo uma posio, mas do respeito que as pessoas tem pela nossa vida, conduta e presena do Senhor em ns . A autoridade de um servo de Deus no vem da sua posio mas da reflexo da glria do Senhor em sua vida Ilustrao do rosto de Moiss, Ilustrao de quando ele entrava na tenda da congregao Chega de tentar impor ou defender os seus direitos, ser que no tempo de refletir a glria do Senhor como um servo? iii perdemos o ideal de fazer diferena . Moiss ao ouvir as palavras de seus compatriotas logo perdeu o ideal de fazer diferena Seu novo ideal era achar um lugar seguro para viver. Desiludido das pessoas, dos antidos ideais e dele mesmo fugiu e dedicou os prximos 40 anos de sua vida a si mesmo . Quando no somos servos logo desanimamos e nos frustramos dos nossos ideais e queremos apenas achar um lugar seguro para viver a nossa prpria vida. Antes achvamos que ramos algum, mas de uma maneira dura, a vida nos mostra que somos um Egpcio sem nome. Pensamos que j investimos muito de ns mesmos nos nossos ideais. A final de contas investimos nosso nome, posio e possibilidades futuras num sonho impossvel. Que outros sonhem. Agora tempo de investir em mim mesmo. E adentramos os lugares obscuros de nossas desiluses. Quantas so as pessoas que esto vivendo estes lugares de escurido e desiluso. S h uma esperana para os prncipes desiludidos: conhecerem a bno e o poder se tornarem servos de Deus. Pois como servos descobriro que a desiluso no esta no ideal, mas na metodologia de alcana-lo. Os ideais que fazem diferena so alcanados no poder e na graa do Deus vivo. So expresses do amor de Deus a favor dos nossos semelhantes So as aes de um servo ou de um simples porteiro Ilustrao trecho da Poesia do Pastor Sam Shoemaker Perto da Porta Quanto a mim, volto ao meu velho e costumeiro lugar, Perto de Deus o suficiente para ouv-lo, para sentir sua presena, Mas no to distante dos homens para no ouv-los, lembrando sempre que esto l Onde? do lado de fora da porta. Milhares, milhes deles na verdade. Mas, para mim, o mais importante que, um deles, ou dois ou dez deles, eu ajude a colocar a mo na maaneta da porta. Perto da porta, espero aqueles que a procuram Eu prefiro ser um porteiro. Por isso eu fico perto da porta. E voc? um porteiro, ou um idealista desiludido? iv Achamos que temos tudo Enquanto prncipes achamos que temos tudo Por isso Deus precisa nos mostrar que no temos nada. Porque tudo o que temos de fato no nosso sempre foi dele Ns somos seus hospedes e peregrinos nesta terra Esta foi a descoberta de Moiss. Algo to forte que ele registrou como um memorial para que ele nunca mais esquecesse colocando em seu filho o nome Gerson, que quer dizer ( Sou peregrino em terra estrangeira. Cada um de ns somos peregrinos e estrangeiros neste mundo. Nada nosso! Por isso quando deixamos os sentimentos de prncipes e nos tornamos servos de Deus descobrimos a verdadeira riqueza. Descobrimos que as nicas coisas que permanecem so aquelas que Deus semeia por sua graa em nossos coraes. Enquanto prncipes pensamos que somos ricos, mas na verdade somos to pobres, mas enquanto servos descobrimos as riquezas que perduram para eternidade . Chega de se achar o prncipe deste mundo tempo de aprender a ser servo de Deus. Estas so as palavra de Joia Jr . ( Nada era dele Disse um poeta um dia, fazendo referencia ao Mestre Amado: O bero que Ele usou na estrebaria, por acaso era dEle ? Era emprestado! E o manso jumentinho, em que, em Jerusalm, chegou montado e palmas recebeu pelo caminho, por acaso era dEle ? Era emprestado! E o po o suave po que foi, por seu amor, multiplicado, alimentando toda a multido, por acaso era dEle? Era emprestado! E os peixes que comeu junto ao lago e ficou alimentado, esse prato era Seu ? Era emprestado! E o famoso barquinho ? aquele barco em que ficou sentado, mostrando a multidao qual o caminho, por acaso era dEle ? Era emprestado! E o quarto em que ceou ao lado dos discpulos, ao lado de Judas, que o traiu, de Pedro, que o negou, por acaso era dEle ? Era emprestado! E o bero tumular, que, depois do Calvrio, foi usado e de onde havia de ressuscitar, o tmulo era dEle ? Era emprestado! Enfim, NADA era dELE! Mas, a coroa que Ele usou na cruz e a cruz que carregou e onde morreu, essas eram, de fato, de Jesus! Isso disse um poeta, certo dia, numa hora de busca da verdade; mas, no aceito essa filosofia que contraria a prpria realidade... O bero, o jumentinho e o suave po, os peixes, o barquinho, o quarto e a sepultura, eram dELE a partir da criao, Ele os criou assim diz a Escritura... Mas, a cruz que Ele usou a rude cruz, a cruz negra e mesquinha onde meus crimes todos expiou, essa no era Sua, ESSA CRUZ ERA MINHA! concluso Muitos de ns somos sinceros no desejo de fazer diferena, mas no temos conseguido, simplesmente porque o nosso corao e vida esto repletos das atitudes de prncipes tolos . No entendemos a bno e o poder de ser servos Achamos que nossa fora e sabedoria sero capazes de construir os nossos ideais, mas nos vemos cercados pelas desgraas. Cremos que temos autoridade porque conquistamos uma posio, mas as pessoas no conseguem ouvir a nossa voz, pois os nossos erros falam mais alto de que nossos conselhos de justia. Achamos que temos tudo e Deus vive a nos provar que no temos nada, somos apenas peregrinos e estrangeiros nesta terra e um dia teremos de partir dela sem nada do que achamos ser nosso nos acompanhar. Perdemos o ideal de fazer diferena porque nos desiludimos, das pessoas, dos sonhos e de ns mesmos. S queremos encontrar um cantinho para nos escondermos e vivermos para ns mesmos. Cansamos Hoje O Senhor quer lhe mostrar um novo estilo de vida, o de servo. Servo do Deus vivo. O da submisso e dependncia de Deus. O de se fazer diferena por causa da presena, propsito e poder de Jesus em nossas vidas. Chega de ser prncipe frustrado. Seja servo do Senhor. PAGE  PAGE 1  FILENAME \p C:\WINDOWS\TEMP\Ex 2_11-22 o principe que precisava aprender o poder de ser s.doc '/a T y PQ! !f####))>)---.... . . . .....n.o.p.s.̽CJ mHnHuCJ jCJ U0JmHnHu0J j0JU5B* CJ\^Jhphh j5>*\mHnHu 5>*\ j *)8iu'rvP  z  k v & F & F$a$-r.I FR?tz;=)H & F & F & F#{'*@d$Xg0Pt5V$a$ & F B s F!!!"w"#<#f##$"$$$%#%q%%% &&&'  & F` & F'''())>)I)),**\+&,,--....p.q.r.s.h]h&`#$ & F  & F`0&P 1h. A!n"7#$n%S  i@@@ Normal CJOJQJ_HaJmHsHtH^@^ Ttulo 1$$x@&a$%5;>*B* CJ KH \^JaJ phV@V Ttulo 2$@&$5;>*B* CJ\]^JaJph6A@6 Fonte parg. padroLOL Bblia77<<]7^75B*CJ\ph^Y^ Estrutura do documento-D M OJQJ^JBOB citaoSS]S^S5B*CJph2@"2 Cabealho  C"0)@10 Nmero de pgina, B, Rodap  C"O ILUSTRAO & F7$8$>T.Tf^`5B* CJ\^Jphs*>8iu'rvPzk   v I F R ?tz;=)H#{'*@d$Xg0Pt5VBsFw<f " !#!q!!! """###$)%>%I%%,&&\'&(())**p*t*0000000000000000 0z 0z 0z 0z 0z 0z 0z 0z0 0  0  0  0  0  0  0 0 0 0  0  0F  0F  0F  0F  0F  0F  0F  0F 0 0 00 0 0 0 0 0 00 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0  0  0 0000000000000 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0  0  0  0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 000 0>% 0>% 0>% 0>% 0>% 0>% 0>% 0>%@0@0@0 0 yyyyy|s.'s.r. $v|!!NS  JMNW~, 6 !!"$,$))** **o*q*t*8W]hitu&'/ -aOPbyk  u v H E >("/5OFZwf " !#!p!!! """##+#1#}###$$$#%(%I%%))** **o*q*t*iuzq!!>%H%))*o*q*t*Paschoal Piragine Jr.C:\Documents and Settings\Paschoal Piragine Jr\Dados de aplicativos\Microsoft\Word\Salvamento de AutoRecuperao de Ex 2_11-22 o principe que precisava aprender o poder de ser servo.asdPaschoal Piragine Jr.C:\Documents and Settings\Paschoal Piragine Jr\Meus documentos\word5\Sermes\Ex 2_11-22 o principe que precisava aprender o poder de ser servo.docPaschoal Piragine Jr.C:\Documents and Settings\Paschoal Piragine Jr\Meus documentos\word5\Sermes\Ex 2_11-22 o principe que precisava aprender o poder de ser servo.docPaschoal Piragine Jr C:\Meus documentos\word5\Eu um servo - EBD\sermes ppj - moiss servo de Deus\Ex 2_11-22 o principe que precisava aprender o poder de ser s.docPaschoal Piragine Jr C:\Documents and Settings\Paschoal Piragine Jr\Dados de aplicativos\Microsoft\Word\Salvamento de AutoRecuperao de Ex 2_11-22 o principe que precisava aprender o poder de ser s.asdPaschoal Piragine Jr bC:\Meus documentos\word5\Sermes\Ex 2_11-22 o principe que precisava aprender o poder de ser s.docPaschoal Piragine Jr C:\Documents and Settings\Paschoal Piragine Jr\Dados de aplicativos\Microsoft\Word\Salvamento de AutoRecuperao de Ex 2_11-22 o principe que precisava aprender o poder de ser s.asdPaschoal Piragine Jr bC:\Meus documentos\word5\Sermes\Ex 2_11-22 o principe que precisava aprender o poder de ser s.docPaschoal Piragine Jr.C:\Documents and Settings\Paschoal Piragine Jr\Meus documentos\word5\pastores\O Modelo pastoral de moiss\Ex 2_11-22 o principe que precisava aprender o poder de ser s.docIgreja Batista no Bairro BonfimC:\WINDOWS\Desktop\principe.doc0 &EbV#W" 8q#Bbi~12ƃUR_tR-}&vh^`.h^`.hpLp^p`L.h@ @ ^@ `.h^`.hL^`L.h^`.h^`.hPLP^P`L.h^`.h^`.h$ $ ^$ `.h@ @ ^@ `.h^`.hL^`L.h^`.h^`.hPLP^P`L.h^`.h^`.hpLp^p`L.h@ @ ^@ `.h^`.hL^`L.h^`.h^`.hPLP^P`L.h^`.h^`.hpLp^p`L.h@ @ ^@ `.h^`.hL^`L.h^`.h^`.hPLP^P`L.h^`.h^`.hpLp^p`L.h@ @ ^@ `.h^`.hL^`L.h^`.h^`.hPLP^P`L.:^`:.^`)88^8`)^`()^`()pp^p`()  ^ `.@ @ ^@ `.  ^ `.:^`:.^`)88^8`)^`()^`()pp^p`()  ^ `.@ @ ^@ `.  ^ `.h^`.h^`.hpLp^p`L.h@ @ ^@ `.h^`.hL^`L.h^`.h^`.hPLP^P`L.q#E#W"0 -}i~1_tU@( s*P@UnknownG:Times New Roman5Symbol3& :Arial;Wingdings5& :Tahoma"1:uf:ufD["I!nx0*) 2Q7O PRINCIPE QUE PRECISAVA APRENDER O PODER DE SER SERVO Paschoal Piragine Jr.Igreja Batista no Bairro Bonfim Oh+'0 $4 \h    8O PRINCIPE QUE PRECISAVA APRENDER O PODER DE SER SERVO  PRPaschoal Piragine Jr.VAascascNormall Igreja Batista no Bairro Bonfim2reMicrosoft Word 9.0a@F#@vh@ @ " ՜.+,0( hp   ParticularI* 8O PRINCIPE QUE PRECISAVA APRENDER O PODER DE SER SERVO Ttulo !"#$%&'()*+,-./0123456789:;=>?@ABCEFGHIJKNRoot Entry F࠿P1Table 7WordDocument2>SummaryInformation(<DocumentSummaryInformation8DCompObjoObjectPool࠿࠿  FDocumento do Microsoft Word MSWordDocWord.Document.89q